No meu post sobre a ilha grega Zakynthos dei uma visão geral de como é a divisão das ilhas gregas e algumas de suas características (e sugiro que dê uma lida para clarear a geografia da região). Agora vou falar sobre uma das mais famosas ilhas Cíclades: a charmosa Santorini.

O ferry boat mais parece um navio de cruzeiro

Chegando em Santorini

Não parece uma camada de glacê num bolo?

Santorini povoa o nosso imaginário com aquelas famosas casinhas brancas, com detalhes em azul, e um dos mais famosos pores do sol do mundo! E eu garanto, é tudo encantador!

Quando ir? Como na outra postagem, continuo indicando o verão ou meses próximos como ótimas épocas para conhecer as ilhas gregas, ou seja, de maio a outubro.

Passeando em Fira

Porto de Fira

Visual de Fira

Há duas formas de se chegar à ilha: de avião e de ferry boat.

De avião, pode-se consultar as viações: Aegean Air, Olympic Air, Ryanair e EasyJet, dentre outras.

Passeando por Fira

Fira é muito incrível!

Por do sol em Fira

Como para as ilhas Jônicas eu fui de avião, resolvi fazer o trecho de Atenas a Santorini de ferry boat. Há muitas empresas que vendem esse percurso. Para cotar e comprar, caso você saia de Atenas, como eu, deve colocar Piraeus na busca, que é o porto da cidade. Comprei minhas passagens com a Greek Ferries, mas existem muitas opções, como Blue Star Ferries, Ferries-booking, Paleologos, Anek, Ferries.gr, Danae, Hellenic Sea Ways e outras.

Magnífico por do sol em Fira

Teleférico para descer ao porto em Fira

Vulcão Nea Kameni

Ao chegar em Atenas, precisei passar na agência para trocar o voucher da compra pela passagem em si. O dia de embarcar é a maior animação, pois é uma multidão de gregos e turistas, carros e pessoas a pé, e vários ferries que mais parecem navios de cruzeiro. (Um parêntese aqui: os gregos são como os italianos no seu modo “enérgico” de ser! Aqui um vídeo engraçado mostrando um pouco). São cerca de 7h de viagem de Atenas a Santorini, mas no ferry tem Wi-Fi, restaurante, lanchonete, lojas, caixas eletrônicos, mais parece um shopping! Além de uma bela vista pro mar do lado de fora!

Vulcão Nea Kameni

Isso amarelo é enxofre, e veja também o vapor

Caminho pelo vulcão Nea Kameni

Chegando em Santorini você já vai se deliciar com as casinhas brancas em cima das encostas, mais parecendo uma camada de glacê cobrindo um bolo!

Santorini foi formada por uma enorme erupção e, inclusive, a paisagem da ilha em frente a Fira (ou Thira), capital de Santorini, é chamada de Caldeira. O centro da ilha foi destruído pela erupção, e a cratera do vulcão hoje está encoberta pela água. O vulcão anda hoje é ativo, mas é extremamente monitorado (não tenha medo!), e sua última explosão foi em 1959! Em 1600 a.C., a maior erupção de todas enterrou uma vila inteira na lava.

Trilhazinha no vulcão Nea Kameni

Portinho do vulcão Nea Kameni

Escadaria para subir a Oía

O fato de ser uma ilha vulcânica, então, é o que deixa, apesar de a água ser super transparente, o visual das praias “escuro”. Pois para termos um mar de tom turquesa, é preciso areia branca debaixo, como nas ilhas Jônicas (vide Zakynthos). O solo vulcânico (de areia e pedrinhas escuras) de Santorini deixa as praias escuras também, apesar da água transparentíssima.

Porto de Amoudi Bay, acima de Oía

Finalmente, Oía

Uma das muitas igrejas em Santorini

Quando cheguei a Santorini de ferry boat logo havia várias empresas oferecendo transfer na saída da balsa, e foi bem fácil ir para minha hospedagem. Fiquei hospedada na região de Fira, mas não na parte histórica, mas numa área mais central. Isso quer dizer que é uma parte mais comum, com ruas e casas normais, e as sonhadas casinhas brancas ficam mais nas bordas da ilha.

Vista de Oía

Vista mais clássica de Oía

A vista mais linda de Santorini

A maioria dos visitantes permanece em Santorini por 2 a 4 dias. Fiquei 2 dias inteiros em Santorini, e mais metade do primeiro dia e metade do quarto dia. No mapa abaixo dá para ter uma ideia das regiões que vou comentar neste relato:

Clique para aumentar. Mapa com os pontos comentados e outros. Fonte: http://www.emmanouelastudios-santorini.com/wp-content/uploads/2011/01/santorini-map-island.jpg

Caminhei até a parte turística de Fira, e em meu primeiro dia fiz uma das coisas mais gostosas de se fazer em Santorini: passear pelas estreitas ruazinhas admirando cada detalhe das casinhas brancas, olhar as lojinhas, restaurantes, bares, se perder pelos labirintos de Fira. Isso sem contar as vistas de tirar o fôlego para o mar. No fim da tarde já aproveitei um maravilhoso por do sol visto de Fira. Eu não visitei, mas quem gosta de história deve conhecer o Museu Pré-histórico de Fira.

Encantada com Oía

Oía

Lá na frente está o disputado castelo para ver o por do sol

No dia seguinte, foi a hora de fazer o passeio de barco para conhecer o vulcão Nea Kameni. Alguns desses passeios param na ilha de Thirasia também, para as pessoas aproveitarem a praia. Alguns param nas Hot Springs, regiões onde, pela proximidade do vulcão, a água é mais quente. E eu escolhi um passeio que para no vulcão e depois segue para o por do sol mais famoso de Santorini, em Oía (pronuncia-se “ía”). Há várias agências oferecendo o passeio, que sai do porto de Fira (na faixa de 20 euros). Para acessar o barco, você pode descer de teleférico (uns 4 euros) ou a pé.

Ruazinhas charmosas de Santorini

Lá na frente está o disputado castelo para ver o por do sol

Finalmente, o esperado por do sol em Oía

Achei o passeio ao vulcão super interessante, é daqueles lugares que se parecem com a superfície da lua. Algumas pessoas não gostam desse tipo de passeio, acham turístico demais. Porém, eu adoro um vulcão e não perderia a oportunidade! Chegando ao vulcão, você subirá por uma espécie de trilha demarcada por algo que já foi lava um dia, e hoje é uma espécie de areia vulcânica. Algumas pessoas preferem estar de tênis para essa caminhada, por causa do calor dessa areia. Chegando lá em cima, pode-se sentir o cheiro de enxofre e ver um pouco de vapor saindo nas encostas da cratera principal.

As casinhas mudam de cor conforme o sol baixa

Por do sol deslumbrante

Voltando ao barco, ele seguiu para o esperado por do sol em Oía, que fica na parte norte de Santorini. Após atracar no porto de Amoudi Bay, há uma subida íngreme, porém não muito longa, para acessar as casas. Recomendo que suba tranquilamente a pé sim! Isso porque algumas pessoas sobem no lombo de pobres burrinhos, o que não indico em hipótese alguma.

Um dos pores do sol mais lindos do mundo

Visual incrível do sol se pondo em Oía

Primeiro passeei pelas ruazinhas de Oía, todas um encanto! Parecia que estava num filme! Em Oía estão as mais clássicas fotos das casinhas brancas e das igrejas com seus tetos azuis. Para quem gosta de fotografia é um prato cheio! Aproveite, você estará em um dos lugares com as melhores vistas de por do sol do mundo! Para esse momento, algumas pessoas preferem procurar restaurantes para ver o sol baixar, mas o lugar mais concorrido é uma espécie de castelo. Como quis ver do castelo, precisei chegar umas 2 horas antes do por do sol para ter um dos melhores lugares para avistar, fica lotado! Se quiser ver do castelo, então, recomendo que faça o mesmo, chegue cedo para pegar um bom lugar. Foi imperdível esse por do sol, quase bati palmas quando acabou!

Praia de Perissa

Praia de Perissa

Oía fica a 11 km de Fira. Após o por do sol, peguei um ônibus para retornar a Fira. Falando sobre locomoção em Santorini, muitas pessoas alugam carro, ou scooter, ou quadriciclo. Porém, eu que viajo do modo mais econômico possível não achei muito necessário, pois o sistema de ônibus público na ilha funciona muito bem. A passagem estava na faixa de 2 euros e em todos os dias que permaneci em Santorini não fiquei mais de 15 minutos esperando por um ônibus. O eficiente transporte me levou até todos os cantos da ilha que quis ir.

Praia de Perissa

Sítio arqueológico de Akrotiri

No dia seguinte fui conhecer a praia de Perissa. A cor da água é muito bonita, mas as pedrinhas acinzentadas escondem um pouco.

Depois segui para o sítio arqueológico de Akrotiri, na parte sul da ilha, a cerca de 9 km de Fira. Lembra que eu falei do povoado que foi enterrado pela erupção em 1600 a.C.? Pois então, esse local está muito bem preservado, e foi até construído um telhado para abrigar essa área, que virou um museu, com uma ótima estrutura. Parecia que eu estava caminhando na antiga civilização. O ingresso foi mais ou menos 12 euros.

Sítio arqueológico de Akrotiri

Red Beach

Após a visita segui para a Red Beach, a 1 km de Akrotiri. A paisagem da praia é bem exótica, com suas falésias avermelhadas (daí o nome). Algumas pessoas me alertaram para tomar cuidado com as pedras dos penhascos, que podem rolar lá de cima, mas parecia bem tranquilo. Em vez de areia a praia é composta de pequenas pedrinhas, de modo que é impossível andar descalço. As praias de Santorini em geral têm estrutura de cadeiras de praia com seus guarda-sóis. De lá havia passeio de barco para a White Beach e a Black Beach por 5 euros, mas acabei indo a pé para outra praia próxima, a praia de Akrotiri.

Red Beach

Red Beach: olha a “areia”

Outras praias de Santorini são as praias de Kamari e Vlichada, que não visitei. E próximo há as ruínas da antiga Thira, no topo do morro Mesa Vouno, um local que além das ruínas parece oferecer uma excelente vista. Outro passeio que não fiz foi visitar as vinícolas de Santorini.

Red Beach

Pedrinhas em vez de areia na praia

Algo que também poderia ser bem agradável é caminhar entre algumas vilas da ilha. Por exemplo, caminhar de Fira até Imerovigli, e assim passar por muitas encostas bem fotogênicas.

Praia de Akrotiri

Praia de Akrotiri

Santorini é um dos lugares mais fotogênicos do mundo, e com certeza você deve colocar na sua lista de lugares imperdíveis para se visitar, ainda mais se você curte um belo por do sol! Santorini é um lugar que nunca vou esquecer!

Quem nunca sonhou com a famosa costa dos corais do mar em Maragogi? O litoral alagoano conta com algumas das mais belas faixas de areia do Brasil, o que faz esse destino ser chamado de “caribe brasileiro”.

Neste relato darei o exemplo de como foi a minha viagem para lá, mas lembre-se de que Maragogi realmente pode ser encaixado em muitos roteiros diferentes, o que não falta nos arredores é paraíso!

A melhor época para visitar é sempre o verão, pois historicamente nos meses de abril a agosto os índices de chuva são maiores e a água pode estar mais escura.

Piscinas naturais em Maragogi

Piscinas naturais em Maragogi

Localizada a 130 km de Maceió e a 136 km de Recife, a cidade permite diversas possibilidades de roteiro tanto saindo de uma capital quanto de outra. Portanto, o planejamento de como chegar partirá do sentido do qual estiver vindo. Essa questão pode ser decidida de acordo com os preços de passagens aéreas (se não for uma viagem por terra pelo Nordeste) para Recife ou Maceió.

Piscinas naturais em Maragogi: explorando com o snorkel

Flutuando pelas piscinas naturais em Maragogi

Quem quiser pode aproveitar para passear por uma dessas capitais. Em meu roteiro cheguei por Maceió, mas fui direto para Maragogi, pois tinha apenas 5 dias na região e queria conhecer o máximo possível.

Clicado nas piscinas naturais em Maragogi

Praia de Antunes, em Maragogi

Como chegar? Você pode chegar a Maragogi (tanto de Recife quanto de Maceió) alugando um carro, de ônibus ou com um transfer de agência.

Praia de Antunes, em Maragogi

Praia de Ponta do Mangue, em Maragogi

Algumas agências que oferecem esse serviço são a Costa Azul, Corais do Maragogi, Maragogi Receptivos, Transtur, Valtur Maragogi, Maragotur, Caribe Nordestino, Green Martur, Costeira Executive Tur, EJ Tour Maragogi, Jangadeiros Viagens e Turismo, MaragoGilson Tur, Azulmar Turismo e KR Viagens e Turismo. Todas essas agências oferecem também os passeios pela região.

Praia de Ponta do Mangue, em Maragogi

Passeio pelas praias de Maragogi com o Buggy Rosa

Se você puder, uma ótima opção é alugar um carro, e assim não depender de agência. Assim pode fazer os passeios em seu ritmo e muitas vezes baratear a viagem se estiver em mais de uma pessoa, já que todos os lugares podem ser acessados por carro.

Curtindo o passeio pelas praias de Maragogi com o Buggy Rosa

Passeio pelas praias de Maragogi com o Buggy Rosa

Outra maneira de chegar a Maragogi é de ônibus, com a Real Alagoas. Essa tinha sido a opção que escolhi, mas quando desembarquei em Maceió havia muitos taxistas esperando clientes e consegui um bom preço na hora dividindo com outros turistas que chegavam e também tinham Maragogi como destino.

Passeio pelas praias de Maragogi com o Buggy Rosa

Flutuação em São Miguel dos Milagres

Algumas pessoas dormem em Maceió e fazem apenas um bate-volta para Maragogi. Eu escolhi Maragogi como base, e além de visitar esse local também fui a Porto de Galinhas, Carneiros e São Miguel dos Milagres. Outra opção de local mais tranquilo é dormir na praia de Japaratinga, a 13 km de Maragogi. Uma hospedagem muito agradável em Maragogi é a Sol Hostel & Pousada Maragogi (contato e contato).

São Miguel dos Milagres

A beleza de São Miguel dos Milagres

O principal passeio da cidade são as galés, as piscinas naturais de Maragogi. A saída ocorre em frente ao hotel Salinas Maragogi. Porém, existem outras piscinas naturais chamadas de taocas, e saem da praia de Maragogi e também as piscinas de Barra Grande, na praia de Barra Grande.

Aproveitando São Miguel dos Milagres

Porto de Galinhas

Esses passeios de flutuação nas piscinas naturais só podem ser feitos quando a maré está baixa, por isso é importante consultar a tábua de marés para se programar. Para que entenda, para o passeio ocorrer é preciso que ela esteja entre 0.0 e 0.6. O ideal é consultar no site da marinha diretamente, mas pode verificar também neste site e neste site. Para garantir, consulte qualquer agência de Maragogi que ela dará as orientações de horário de saída de barcos (na rua principal da cidade há muitas agências e os valores são bem variados – de R$ 65,00 a R$ 115,00).

Passeio de jangada em Porto de Galinhas

Passeio de jangada em Porto de Galinhas

O percurso de barco até as galés é de 6 km. Eu realmente fiquei na dúvida se fui nas galés ou nas taocas, mas pelo que pesquisei ficam bem próximas e são todas igualmente lindas. O passeio dura mais ou menos 2 horas. Nesse tipo de passeio eu costumo levar meu próprio snorkel por questões higiênicas, mas é possível alugar um na hora.

Corais em Porto de Galinhas

Corais em Porto de Galinhas formam piscinas naturais

Chegando lá você terá uma inesquecível piscina azul esverdeada, rasa, e a diversão é garantida ao nadar entre os corais procurando peixinhos! No local também é oferecido um mergulho com cilindro, mas não achei que valia a pena, pois as piscinas são rasas.

Piscina natural em Porto de Galinhas

Brincando de snorkel em Porto de Galinhas

Como consegui visitar as piscinas bem cedo, na parte da tarde fui conhecer as praias próximas da região: Maragogi, Barra Grande, Xaréu (apelidada como praia da Bruna, pois a Bruna Lombardi visitou o local), Dourado, Camacho, Burgalhau, São Bento, Peroba, Ponta do Mangue e Antunes. Na verdade, primeiro visitei as três últimas dessa lista, peguei um táxi na rua principal e 5 minutos depois havia chegado. A praia de Antunes é a mais maravilhosa em minha opinião!

Brincando de snorkel em Porto de Galinhas

Passeio de buggy em Porto de Galinhas

Depois, retornei ao local num passeio mais longo, com o famoso Buggy Rosa, que faz um passeio por 7 praias indo pela areia, até Peroba. O Buggy Rosa é da pousada que indiquei antes, a Sol & Mar. Passear de buggy pelas praias é muito divertido e dá uma visão geral delas, pois depois é possível ficar mais nas suas preferidas. A praia do centrinho de Maragogi é a menos cristalina. Você também pode procurar a Associação de Bugueiros de Maragogi se não quiser o Buggy Rosa.

Só esses dois passeios que citei já valem dormir na região, e não visitar por meio de um bate-volta!

Praia de Muro Alto em Porto de Galinhas (a barreira de corais parece formar um muro, represando a água)

Praia de Carneiros e sua famosa igrejinha

Em outro dia fiz um bate-volta a São Miguel dos Milagres. Como estava sem carro, fechei meus passeios com a agência Costa Azul. A praia em São Miguel dos Milagres também é muito bonita e lá também pude fazer um passeio de barco para um ponto no mar com piscinas naturais. São Miguel dos Milagres também é ótima para fazer aquelas clássicas fotos com coqueiros e o mar ao fundo. Às vezes esse roteiro inclui também a famosa Porto de Pedras e sua Associação peixe-boi. Como fui em alta temporada não consegui reservar essa visita, mas soube que é um passeio de barco num rio de Porto de Pedras onde se avistam os peixes-bois, parece ser interessante.

A famosa igrejinha da praia de Carneiros

Praia de Carneiros: a igrejinha é um charme!

No dia seguinte visitei Porto de Galinhas. Achei a vila bem charmosa, com seus muitos restaurantes e lojinhas, além das engraçadas esculturas de galinhas. O passeio mais clássico lá é uma jangada que leva até os corais e as piscinas naturais. Dizem que uma delas se parece com o formato do mapa do Brasil. Achei esse passeio um pouco “muvucado”, havia muitas jangadas e uma enorme fila de pessoas para embarcar. Mas o visual das jangadas é bem bonito. Depois encontrei um bugueiro para fazer um passeio pelas praias de lá. O destaque foi a praia de Muro Alto, onde a barreira de corais parecia formar um “muro”, represando assim a água e deixando o mar uma piscina! No geral, achei Porto de Galinhas meio turístico demais.

Praia de Carneiros

Praia de Carneiros também é linda

Praia de Carneiros rende ótimas fotos de coqueiros

No próximo dia visitei a famosa praia de Carneiros. A clássica igrejinha na areia é a coisa mais charmosa do mundo, e torna o local encantador! Fora isso a cor da água também é muito bonita!

Essa região da Costa dos Corais também é conhecida como Rota Ecológica, e possui muito mais atrativos do que relatei aqui, mas como eu tinha 5 dias e optei por não ir com carro, esse roteiro foi a melhor escolha para mim. Este texto fica como base para planejamentos pela região, possibilitando aos viajantes retirar ou acrescentar lugares desse paraíso que é a região de Alagoas e Pernambuco.

Clique para abrir maior. Mapa das praias deste relato. Fonte: http://www.maragogionline.com.br/images/mapaG.jpg